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Economia colaborativa

Economia colaborativa: entenda o que é

Economia colaborativa, compartilhada ou em rede… Três nomes para a mesma coisa: uma nova forma de consumir que surgiu como resposta à necessidade de frear o consumismo e fazer uso mais inteligente dos nossos recursos.

Esses novos hábitos já fazem parte da vida de muitas pessoas no Brasil e no mundo. Você, provavelmente, já embarcou na economia colaborativa, mas talvez ainda não saiba disso. Quer ficar por dentro? Então, acompanhe conosco!

O que é economia colaborativa?

É uma forma de consumo em que itens como bens, recursos, produtos ou serviços são trocados e compartilhados. Essas relações podem envolver a troca de dinheiro ou não. Existem, basicamente, três tipos:

  • mercados de redistribuição: os bens usados não mais necessários são vendidos ou doados;
  • lifestyle colaborativo: recursos como dinheiro, tempo e habilidades são compartilhados;
  • sistemas de produtos ou serviços: o usuário paga pelo benefício do produto e não pelo produto em si. Parte do princípio de que uma pessoa não precisa, por exemplo, ser dona de um carro, mas ter algum meio de condução que funcione para ela.

Por que a economia colaborativa é uma tendência?

Essas relações são incentivadas, principalmente, por dois fatores. O primeiro é a busca do consumo mais consciente, com respeito pelo meio ambiente e com uso inteligente do dinheiro e dos demais recursos. É como se a era de comprar desenfreadamente e sem pensar nas consequências estivesse ficando para trás.

Segundo, a internet, e especialmente a chegada dela aos celulares, foi fundamental para que esse tipo de relação se tornasse possível. A maioria das ações de economia compartilhada acontece por meio de aplicativos ou são divulgadas em redes sociais e plataformas de troca de mensagens.

Onde ela é aplicada?

A economia colaborativa pode acontecer em diversas esferas, incluindo transportes, hospedagens, moda etc. Veja alguns exemplos:

  • aplicativos e grupos de carona;
  • bicicletas disponibilizadas em locais públicos que podem ser alugadas por valor bem acessível;
  • plataformas para troca de livros e materiais de estudo;
  • aluguel de veículos entre pessoas e os aplicativos de transporte, como Uber e Cabify;
  • espaços de trabalho compartilhados, os famosos coworking;
  • plataformas de oferecimento e busca de hospedagem, como Airbnb e Couchsurfing;
  • lojas on-line e off-line de roupas e sapatos usados;
  • plataformas de troca de serviços e habilidades sem uso de dinheiro.

Quais as mudanças trazidas pela economia colaborativa?

O primeiro impacto desse modelo de consumo é a distribuição de renda entre as pessoas. Em vez de comprar sempre de uma empresa, você tem a opção de pagar a outras pessoas por produtos e serviços.

Segundo a revista Forbes, a economia colaborativa chegou a gerar, em apenas um ano, mais de 3,5 bilhões de dólares em renda diretamente para as pessoas envolvidas.

Com isso, os custos dos produtos e serviços tendem a ficar mais acessíveis, já que as pessoas envolvidas não têm que arcar com todos os custos que uma empresa teria.

Também falando em termos financeiros, o compartilhamento de espaços ou bens — como um escritório ou um carro — reduz as despesas de quem decide apostar nessa prática.

Outro impacto da economia compartilhada é, obviamente, o benefício ao meio ambiente. Com mais produtos sendo reutilizados, as vagas nos carros sendo preenchidas e bens sendo compartilhados, a humanidade consome menos, gera menos poluição e menos lixo, e a natureza agradece.

Por fim, a economia colaborativa impacta não apenas as pessoas envolvidas como também os negócios. Empresas tradicionais agora enfrentam uma concorrência que não existia. Muitas companhias já estão tendo que se adaptar ao novo modelo.

E então, você gostou de saber mais a respeito da economia colaborativa? Quer ver mais conteúdo sobre economia e finanças? Siga as nossas páginas nas redes sociais e acompanhe tudo (Facebook, Twitter, Instagram, Linkedin, Youtube, Pinterest, Google+).

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